panmelacastro:


Através do meu trabalho na Rede NAMI tive a oportunidade de realizar uma oficina incrível em Israel em um lugar feminista chamado בית אחותי (A irmã).
Vim a este pais peculiar a convite de uma conferência comemorativa dos 30 anos de existência do Shatil, uma organização que promove a democracia e liberdade.
Forma quase 30 participantes de origens diferentes, todos moradores desta área que contam ser uma das mais abandonadas. Depois de uma conversa sobre a realidade me nossos países – Brasil e Israel – decidimos pintar um mural coletivo onde uma mulher de todas as cores representaria a população como um total. Mensagens positivas sobre o povo foram escritas em diversas línguas.
Fotos: Reut Guy
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Através do meu trabalho na Rede NAMI tive a oportunidade de realizar uma oficina incrível em Israel em um lugar feminista chamado בית אחותי (A irmã).
Vim a este pais peculiar a convite de uma conferência comemorativa dos 30 anos de existência do Shatil, uma organização que promove a democracia e liberdade.
Forma quase 30 participantes de origens diferentes, todos moradores desta área que contam ser uma das mais abandonadas. Depois de uma conversa sobre a realidade me nossos países – Brasil e Israel – decidimos pintar um mural coletivo onde uma mulher de todas as cores representaria a população como um total. Mensagens positivas sobre o povo foram escritas em diversas línguas.
Fotos: Reut Guy
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Através do meu trabalho na Rede NAMI tive a oportunidade de realizar uma oficina incrível em Israel em um lugar feminista chamado בית אחותי (A irmã).
Vim a este pais peculiar a convite de uma conferência comemorativa dos 30 anos de existência do Shatil, uma organização que promove a democracia e liberdade.
Forma quase 30 participantes de origens diferentes, todos moradores desta área que contam ser uma das mais abandonadas. Depois de uma conversa sobre a realidade me nossos países – Brasil e Israel – decidimos pintar um mural coletivo onde uma mulher de todas as cores representaria a população como um total. Mensagens positivas sobre o povo foram escritas em diversas línguas.
Fotos: Reut Guy
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Através do meu trabalho na Rede NAMI tive a oportunidade de realizar uma oficina incrível em Israel em um lugar feminista chamado בית אחותי (A irmã).
Vim a este pais peculiar a convite de uma conferência comemorativa dos 30 anos de existência do Shatil, uma organização que promove a democracia e liberdade.
Forma quase 30 participantes de origens diferentes, todos moradores desta área que contam ser uma das mais abandonadas. Depois de uma conversa sobre a realidade me nossos países – Brasil e Israel – decidimos pintar um mural coletivo onde uma mulher de todas as cores representaria a população como um total. Mensagens positivas sobre o povo foram escritas em diversas línguas.
Fotos: Reut Guy
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Através do meu trabalho na Rede NAMI tive a oportunidade de realizar uma oficina incrível em Israel em um lugar feminista chamado בית אחותי (A irmã).
Vim a este pais peculiar a convite de uma conferência comemorativa dos 30 anos de existência do Shatil, uma organização que promove a democracia e liberdade.
Forma quase 30 participantes de origens diferentes, todos moradores desta área que contam ser uma das mais abandonadas. Depois de uma conversa sobre a realidade me nossos países – Brasil e Israel – decidimos pintar um mural coletivo onde uma mulher de todas as cores representaria a população como um total. Mensagens positivas sobre o povo foram escritas em diversas línguas.
Fotos: Reut Guy

panmelacastro:

Através do meu trabalho na Rede NAMI tive a oportunidade de realizar uma oficina incrível em Israel em um lugar feminista chamado בית אחותי (A irmã).

Vim a este pais peculiar a convite de uma conferência comemorativa dos 30 anos de existência do Shatil, uma organização que promove a democracia e liberdade.

Forma quase 30 participantes de origens diferentes, todos moradores desta área que contam ser uma das mais abandonadas. Depois de uma conversa sobre a realidade me nossos países – Brasil e Israel – decidimos pintar um mural coletivo onde uma mulher de todas as cores representaria a população como um total. Mensagens positivas sobre o povo foram escritas em diversas línguas.

Fotos: Reut Guy

Nesta semana em que muito se fala sobre o tema escravidão, falsa abolição e seus legados, vou contar um pouco de como este tema surgiu em minha vida.

Primeiro um pouco da minha, bastante peculiar, família. O meu avô paterno era negro, de família negra, com boas condições financeiras, casou-se com a minha vó branca, de família branca, e pobre. Ao contrário da grande maioria do racismo exercido por aí, minha avó sofreu todo o preconceito por ser uma branquela casando-se com um negro. E daí por diante já que meu pai e meus tios também nasceram brancos, apesar das características faciais e cabelo de negros, também continuaram a sofrer o preconceito.

Eu só vim saber dessa história há poucos anos, e o mais curioso é que, antes de saber disso (não conheci meu avô) sempre vi as piadinhas e o jeito como ela mesma falava de negros. Tudo muito doido, né?

Não me lembro de até uns 13, 14 anos ter me dado conta da dimensão do preconceito com o negro especificamente. Nas minhas lembranças, o contato com esse assunto teve um ponto de partida, o dia em que após muito refletir sobre esse assunto, me dei conta de que uma das minhas melhores amigas era negra. Mas mais do que ter me dado conta de sua cor, me dei conta de que nunca havia reparado nisso e que agora eu reparava. Um outro fato também marcante foi o dia em que ouvi uma amiga se referir a uma professor como “ele é pretinho, mas é um preto arrumadinho, se veste como branco”.

Desde então nunca mais consegui olhar para um negro sem lembrar que ele é negro, diferente de eu olhar para um branco e não ficar a todo tempo me lembrando que ele é branco. E daí em diante passei eu mesma a investigar com muita honestidade as minhas próprias reações com as situações envolvendo negros, como por exemplo, uma vez que vi um outdoor com pessoas vestidas de apetrechos da medicina, e eu me perguntei, qual seria a profissão desse negro, seu grau de importância na hierarquia. Ou sempre lembrar dessa minha infeliz amiga ao se referir ao “preto vestido de branco”, ao ver um negro bem vestido na rua, e quando vejo um branco bem vestido não penso nada.

Mas uma situação, é a mais recente e a pior de todas, a que mais me machucou. Estava no ônibus quando de repente entra um taxista gritando, apontando para alguém que teria roubado a carteira e o celular. Automaticamente eu olhei para trás procurando quem era o acusado, O acusadO porque em nenhum momento pensei na possibilidade de ser uma mulher, mas mais que isso, meus olhos ficaram buscando por alguns segundos, sem encontrar, alguém que se enquadrasse nessa figura assaltante que estava construída em meu imaginário, demorei um pouco já que a única pessoa que se enquadrava nesse perfil estava atrás de outra pessoa e tive que me mover para poder ver. Me movi e olhei diretamente para um rapaz, provavelmente da minha idade e negro. Quando na verdade A assaltante estava bem atrás de mim, linda, loira e maquiada, no salto, branca e fingindo que nem era com ela. O taxista deu carona para a menina, e ela deu o bote nele sem que ele percebesse na hora, só que ele se deu conta e foi atrás dela. Detalhe que o carro dele estava na faixa oposta na avenida Brasil, ele largou o carro lá e foi atrás dela, no caminho encontrou a carteira jogada no chão e foi olhando ônibus por ônibus atrás dela. Pois bem, a indivídua confessou o crime, devolveu o celular e o o dinheiro. Nesse dia, meus olhos me condenaram a mais uma profunda e eterna reflexão que depois de alguns meses ainda não acabou. Como eu, que luto diariamente pelo fim de pensamentos como esse, poderia ter agido assim?

O fato meu povo, é que não tem muito jeito, nascemos e fomos criados com o preconceito. Resistir e lutar contra ele é uma tarefa árdua e difícil, que implica em lutar contra família, amigos e a nós mesmos. Vim aqui abrir meu coração, pra dizer que se libertar desses pensamentos não é nem um pouco fácil. Como costumo dizer, ninguém deixa de ser machista, racista, mas sim menos machista, menos racista. Minha esperança é que, por exemplo, analisando o meu histórico familiar, a tendência é que as próximas gerações de minha família tenham cada vez menos esses tipos de pensamento, até que talvez um dia ele possa findar.

Daniele Kitty

Vice-presidenta da Rede Nami

ABAIXO ASSINADO CONTRÁRIO À POLIVALÊNCIA E A CARGA-HORÁRIA REDUZIDA DA DISCIPLINA ARTE NO BRASIL:

Nós somos contrários à polivalência da disciplina Arte no Brasil. Com isto, estamos defendendo que a formação universitária do Professor de Artes Visuais não abarca as demais linguagens artísticas como a Música, a Dança e Teatro, áreas igualmente importantes para os estudantes. A polivalência também contraria o princípio de igualdade entre candidatos em concursos, na medida em que licenciados das quatro linguagens concorrem a uma única chance de trabalho. Este problema revela a pequena carga-horária da disciplina Arte: apenas um único tempo de aula para cada turma na educação básica. Para cumpri-la, o professor precisa lecionar em várias escolas e os alunos não alcançam um nível satisfatório de aprendizado. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o ensino da Arte deve ser oferecido para os “diversos níveis da educação básica”. Esta conquista tem sido interpretada erroneamente no sentido de diminuir a oferta da disciplina Arte em uma única série do ensino fundamental e médio. O problema da precariedade da disciplina Arte não é relevante apenas para o professor de Artes Visuais: o interesse por um ensino artístico de qualidade mobiliza estudantes, pais, educadores de museus, estudantes de Arte e também artistas visuais. Esta iniciativa sugere a necessidade de alteração na Lei 9394/96 para que o sistema educacional - público e privado - ofereça a disciplina Arte em todas as séries com no mínimo 2 tempos semanais para Artes Visuais e para cada uma das linguagens artísticas à exemplo do que já é realizado em colégios federais. Esta obrigatoriedade deve respeitar à formação universitária do professor em sua respectiva linguagem artística, tanto em oportunidades de trabalho, quanto no ensino do currículo da disciplina Arte. Esta petição eletrônica será divulgada em todo Brasil e será encaminhada ao Congresso Nacional, Conselho Nacional de Educação, Ministério Público e Ministério da Cultura.

ASSINE O ABAIXO ASSINADO:

http://www.avaaz.org/po/petition/ACAO_CONTRARIA_A_POLIVALENCIA_E_A_CARGAHORARIA_REDUZIDA_DA_DISCIPLINA_ARTE/?cMFNFeb

O objetivo deste projeto é atribuir direitos fundamentais ao embrião, mesmo que ainda não esteja em gestação, dando-lhe o mesmo status jurídico e moral de pessoas nascidas e vivas. Ou seja, o embrião terá mais direitos que a mulher, mesmo quando for resultado de estupro.

O projeto viola diretamente os Direitos Humanos e reprodutivos das mulheres, a Constituição Federal e a lei penal vigente. Hoje, a lei não pune o aborto realizado em casos de risco de vida e de estupro. O Estatuto do Nascituro ignora a relação de causa e efeito entre a ilegalidade do aborto, os altos índices de abortos inseguros, e as altas taxas de morbidade e mortalidade materna no Brasil, e põe em risco a saúde física e mental e até mesmo a vida das mulheres.

Sua mensagem irá diretamente para o presidente e membros da Comissão de Tributação e Finanças da Câmara. Temos pouco tempo! Assine agora e nos ajude a parar esse projeto!

Assine a petição contra o estatuto:

http://www.avaaz.org/po/petition/Diga_NAO_ao_Estatuto_do_Nascituro_PL_4782007/

Grupo de Estudos INTERNAMI

Programação encontro de abril:

Oficinas de Graffiti e Futebol na Comunidade do Sapo

Data: 28 de abril de 2013.

Realização: Arte e Conjunto

Contato: Mariozinho

Celular: 9189 1865

Email: mariozinho_doces@yahoo.com.br


7:30

Convidados encontram-se em frente ao Teatro Municipal Carlos Gomes para partida de ônibus até a comunidade. 

Contato principal:

Ana Paula Gualberto (Rede Nami)

celular: 7728 9996/ 9497 9990

email: taligado@redenami.com


8:00

Saída de trem para Senador Camará


9:00

Chegada na comunidade do Sapo


9:00 às 9:30 

Apresentações e café da manhã 


10:00 às 11:30

Oficina de futebol feminino  com jogadoras do Guerreiras Project


11:30 às 12:05 

Partida de futebol feminino: Guerreiras X Time da Casa


12:10 às 13:00 

Almoço


13:00 às 14:00

Apresentação do teatro


14:00 às 16:00 

Oficina de graffiti


17:00

Retorno do grupo


Participantes:

Sobre a Rede NAMI:

A NAMI é uma rede feminista que usa as artes urbanas para promover os direitos das mulheres em comunidades do Rio de Janeiro. O grupo de estudos INTERNAMI é formado por grafiteiras, produtoras, fotóografas, vídeo makers, intelectuais, estudantes, ativistas entre outros perfis. São mulheres que se encontram mensalmente para produzir e debater sobre seu posicionamento na sociedade..

Sobre o Arte em Conjunto:

O Arte em conjunto pretende articular parcerias para mobilizar e fortalecer as iniciativas socioculturais dos diversos grupos da Zona oeste. Fazer com que toda produção cultural da região dialogue entre si promovendo uma interação cultural frequente e intensa que possibilite não só a divulgação, mais também o desenvolvimento da região .

Sobre as GUERREIRASProject:

O GUERREIRASPROJECT é um projeto global que se utiliza do futebol como instrumento para promover justiça de gênero, combater preconceitos, e buscar maior igualdade social. O projeto faz isso através de oficinas que oferecem maneiras alternativas para que aconteça discussão e debate sobre esses temas.

 

Antigamente até tudo bem né, as mulheres não tinham direito a quase nada, eram tuteladas, não podiam votar, trabalhar, ser mãe solteira, mas hoje, com tanta igualdade, já temos até mulher presidente, para que o feminismo? 

Escuto essas palavras com frequência de pessoas que se sentem incomodadas com as minhas reivindicações e questionamentos. Vou contar um caso em especial que além de todos os outros com os quais eu lido diariamente, tenho sentido me atingir mais pessoalmente.

Após o episódio em que o diretor teatral Gerald Thomas estuprou a modelo Nicole Bahls, ambos avaliaram o acontecimento:

Ela: “Me desacostumei com esse tipo de humor. Cheguei em casa e fiquei abalada, constrangida. Mas depois, pensei um pouco e acho que faz parte do personagem. É uma oportunidade que estou tendo de voltar e isso faz parte do programa. Tenho que começar a separar o personagem da vida real”

Ele: “A mulher não é um objeto. Mas não deveria se apresentar como tal”.

Sobre esse acontecimento tenho duas coisas a dizer, a primeira é uma reflexão, se Nicole Bahls não fosse malhada, usasse roupas curtas e coladas, se fosse uma “mulher recatada”, será que o diretor teatral teria feito o que fez? E se o fizesse, será que a repercussão seria a mesma?

Também vim falar aqui enquanto mulher, que apesar de lutar, também está à mercê das violências desse mundo. Dentro do feminismo nós lutamos a todo o tempo por uma qualidade de vida para as mulheres, nos deparamos com situações de violência seja física, psicológica ou sexual, mas isso não nos protege de nada, a violência está aí a bater também na nossa porta. 

Eu, moradora do bairro da Penha, no subúrbio do Rio de Janeiro, estou particularmente assustada esses dias. Um homem tem estuprado mulheres aqui na Penha, e infelizmente, isso não é nada que não aconteça, mais uma vez infelizmente, todos os dias. Mas para mim o fato de a primeira vítima ter sido pega na minha rua e uma conhecida ter sido vítima dele nos últimos dias, tem me deixado atordoada.

Mais uma vez repito, é óbvio que eu sei que isso acontece todos os dias, mas como disse, quando isso nos atinge particularmente, é profundamente assustador. 

A cultura do estupro, de sempre pensar em o que a mulher poderia ter feito para ter sido estuprada, é muito triste. A culpa nunca é da vítima! Estupro NÃO tem justificativa! E ponto. Não tem!

Daí a questão retorna novamente, será ainda necessário o feminismo? É necessário sim! Enquanto houver violência de gênero, contra nós mulheres, ele será necessário!

Daniele Kitty

Vice-presidenta da Rede Nami

@redenami #coolfeminismo

Olá galera,

essa semana finalmente, depois de sonharmos por tantos meses, a NAMI inaugurou o seu estúdio! Agora temos um cantinho para chamar de nosso! Dá uma olhada como está …

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Mas apesar da inauguração ainda faltam vários itens no nosso estúdio então estamos aceitando doações de cadeiras, bancos, prateleiras, armários, computadores, periféricos (monitores, impressoras) ou qualquer outro equipamento de escritório. Se você quiser doar, entre em contato com a gente! taligado@redenami.com.

 

Apesar dessa notícia maravilhosa sobre a inauguração do nosso estúdio, essa semana aconteceu um terrível episódio. Após o triste caso da estrangeira estuprada dentro de uma van no dia 30, o governador do estado do Rio de Janeiro se pronunciou quanto ao caso:

 

 “Nossa polícia agiu rapidamente prendendo os responsáveis e mostrando que aqui não há impunidade. A imprensa internacional ressalvou com muita responsabilidade que essa não é uma prática comum na nossa cidade. Os formadores de opinião do mundo sabem o que está acontecendo no Rio em relação à violência. Os números estão aí para comprovar nossa atuação eficaz”.

 

Gostaria sinceramente de poder acreditar que há uma “atuação eficaz” por parte do Estado para a violência contra a mulher. E gostaria também que isso fosse uma preocupação para o governador não pela repercussão internacional e suas consequências econômicas, mas por ser uma questão de importância fundamental para a qualidade de vida das mulheres e d@s que estão ao redor dela, ou seja, tod@s.

E os números comprovam apenas a sua falta de conhecimento quanto ao estado que Sérgio Cabral governa. Segundo o Dossiê Mulher 2012, desde o início do seu primeiro mandato até o ano de 2011, foram registradas 20.648 ocorrências de estupro, sendo das vítimas 80%, em média, mulheres.

Os números também informam que os registros de estupro apenas aumentaram e em 50% desde o início do governo Cabral. Mas, tod@s sabemos que ainda irá aumentar e muito, pois nem todas as vítimas estão em territórios onde a denúncia seja possível e as que podem, nem todas as fazem seja por vergonha, humilhação, enfim.

É importante ficarmos atentos para declarações como essa e lembrarmos delas na hora de escolher os noss@s governant@s. E mais que isso, é preciso fiscalizar e cobrar de quem você votou. El@s estão lá para governar para nós, pela nossa qualidade de vida. Vamos começar a cobrar? Em quem você votou nas últimas eleições?

Daniele Kitty

Vice-presidenta da Rede Nami

Hoje é dia 08 de março. Gostaria de aproveitar esse dia, para falar um pouco desse mal que tanto ameaça e amedontra a sociedade: o feminismo.

Mas o que exatamente é o feminismo e o que significa ser feminista?

Feminismo é o nome utilizado para se referir a diversas linhas de pensamento e por consequência, ativismo, que, a priori, lutam pelos direitos humanos das mulheres. A priori? Sim, pois cada uma dessas diversas linhas entendem por direitos das mulheres coisas diferentes. Por exemplo, há quem seja a favor da legalização e descriminalização do aborto e quem seja contra. Há também quem seja a favor ou contra a prostituição. E todos alegam estar lutando pelo direitos das mulheres. Logo, quando se diz feminismo, não há uma fórmula exata para explicar o que ele é exatamente.

Mas acredito que seja mais fácil, entender o que é ser feminista. Já que, como expliquei acima, há diversos feminismos, então é possível que vocês se identifiquem com algum tipo de feminismo.

Também é importante que se entenda a questão do preconceito. Todos somos preconceituosos, fomos criados dentro de um sistema de forma que é necessário um esforço gigante para se desvencilhar de conceitos estabelecidos por ele. O que acontece quando se é feminista, é que você se esforça para lutar contra os seus preconceitos. Ou pelo menos deveria ser.

Outra questão importantíssima é saber que o feminismo não é o oposto do machismo. Feministas não odeiam homens. O oposto do machismo é o femismo. O feminismo acredita na equidade, o femismo, na superioridade das mulheres, assim como o machismo prega há milênios a superioridade do homem.

Agora avalie, será que há um pouco de feminismo em você?

Logo somos todos feministas? Infelizmente não.

O que comemorar nesse 08 de março?

Após o homofóbico, racista e sabe-se lá mais o que, Pastor Marco Feliciano, ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos, o psicológico se abala e fica difícil reorganizar a mente para lembrar do que temos a comemorar. Mas é óbvio que temos, como por exemplo, a exposição História contada por elas, uma produção da Rede NAMI no Espaço Cultura da Escola Sesc, que inaugura hoje.

O que eu desejo?

Que toda essa burocracia venha, finalmente, a conspirar ao nosso favor, e que no ano que vem, o post do 08 de março possa começar com um “Ufa!…”.

Daniele Kitty

Vice-presidenta da Nami

anarkiaboladona:

A NAMI seleciona artistas urbanas que tenham interesse em trabalhar com nossa agência de graffiti.

É só preencher o formulário até dia 01 de abril e enviar as fotos solicitadas.

Link para formulário de inscrição

Site da agência

Compre nossos produtos e ajude nos projetos de promoção dos direitos das mulheres:

lojanami.com

História contada por elas

Uma exposição Rede NAMI no Espaço Cultural Escola SESC

 

De 08 de março à 30 de abril.

Abertura sábado, 08 de março, Dia Internacional da Mulher, das 18 às 21h.

 

 

O 8 de março foi pensado durante anos até que viesse a se tornar o Dia Internacional da Mulher. É uma data que deve ser vista como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir dificuldades contemporâneas, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado por feministas de diferentes épocas.

 

Como parte deste processo, destacamos a arte de mulheres como Judy Chicago, Sanja Iveković, Cindy Sherman e Sophie Calle que pensavam suas vidas para falar de problemáticas deste nosso mundo. É sob influência do legado de artistas como estas, que a Rede NAMI, apresenta a exposição “História contada por elas”, convidando o público a conhecer 14 artistas mulheres através de suas obras expostas no Espaço Cultura Escola SESC. Alinne Kristine, Anat. Lochi e Chimenia Sczesny, APAS, AP Stelling,Baker, Cacá, Enjoy, Liks, Li Oliver, Lya Alves, Mikaelli Pinna, Nina Franco, Vanessa Rosa e Walmira de Oliveira, entre instalações, objetos e pinturas, irão homenagear a cada uma de nós e nossas vitórias.

 

Além das 14 artistas da mostra, a NAMI e a Escola SESC convidam 4 grafiteiras – Siss (SP), Shalak (Canadá), Oli (RJ) e Mel (RJ) - para produzirem uma grande obra de 320 m2 na extensão da galeria urbana da Escola SESC nos contando sobre suas histórias na rua de suas cidades. Outros 40m2 serão grafitados pelos próprios alunos da escola que terão a oportunidade de refletir sobre a data e expressarem-se entre pinceis e sprays através da oficina temática Rede NAMI.

 

Panmela Castro

Artista, grafiteira, pesquisadora. Presidente e CEO da NAMI. Curadora da Mostra.

 

A Nami é uma rede feminista que usa as artes urbanas para promover os direitos das mulheres.

Serviços:

 

Ação 01

O Que? Exposição “História contada por elas”

Entrada Gratuita.

Quando? De 08 de março à 30 de abril. Abertura sábado, 08 de março, Dia Internacional da Mulher, das 18 às 21h.

 

Ação 02

O Que? Criação do mural  “História contada por elas”

Entrada Gratuita.

Quando? Produção aberta à visitação do público de  11 à 15 de março. Inauguração sábado, 15 de março, das 18 às 21h.

 

Ação 03

O Que? Oficina de Graffiti Temático sobre o 8 de março

Inscrição Gratuita para alunos da Escola SESC.

Quando? De 11 de março. Das 11 às 15h.

 

 

 

Aonde: Espaço Cultura Escola SESC – Escola SESC - Av. Ayrton Senna, 5677 Jacarepaguá - Rio de Janeiro/RJ 

Informações: (21) 3214-7402 e 3214-7474  - curadoria@redenami.com

Contato assessoria de Imprensa: (21) 3214-7402 e 3214-7474 

Loja virtual com obras de várias artistas nacionais e internacionais!